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Desenvolver de graça? Não sou voluntario

Primeira vez que participo de um meme, convidado pelo Cayo do yogodoshi.com/blog. Obrigado!

Você trabalha de graça? Depende, se for para uma instituição voluntária, se você estiver fazendo trabalho voluntário. Tudo bem.
Mas para por aí, né.

Posso dizer: nunca trabalhe de graça, até para amigo. A pessoa pode dizer ‘use de bom senso, quebra esse pra mim’? Que nada, no mundo dos negócios(chique né?!) você não deve dar tanto o braço a torcer.
Também não é para ser mercenário, seja honesto!

Mas se o cara for confiável e ele estiver zerado mesmo!?
Poxa, dê um crédito, mas não tanto!
Faça um pouco do trabalho, e peça uma porcentagem do orçamento total. Nem que seja 15%.

E lá vai aquela dica de sempre: “Tenha bom senso!

Um certo livro diz que temos de ser ‘cauteloso como a serpente, mas inocente como a pomba’.

E você, como lidaria nessa situação?

PS: Quem quiser participar do meme, só dar um toque.

Posted in Diversos.


8 Responses

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  1. Cayo Medeiros aka. yogodoshi says

    Valeu por aceitar Felipe!
    Realmente é uma questão difícil essa, a grande maioria não aceitaria. Agora o problema é como falar isso para o cliente/ amigo =/

    Abraços!

  2. Ribamar FS says

    Olá Felipe!

    Sei que seu ponto de vista encontra muito apoio atualmente, mas eu gostaria de discordar apenas de um ponto: relativo aos amigos.
    Se não distinguimos os amigos quando fazemos algo para eles, então eles não são para nós diferentes dos demais.
    Veja que amigos são aqueles que algumas vezes nos chegam com compensações que não fizemos nada por merecer e nos ajudam quando não pedimos (“advinham”).

    Portanto gostaria de extender a lista para quem eu particularmente trabalho de graça: para amigos, para colegas que não tem conhecimento para fazer o que me pedem e nem muita condição financeira para pagar.

    Minha filosofia é: o cara não pode pagar ou é uma instituição filantrópica eu posso até fazer de graça.
    Ele pode pagar então vou querer receber.

    Finalizando e até mudando um pouco de assunto: não me interessa quanto vou receber, a qualidade do meu trabalho será uma só (sempre terá a melhor qualidade que posso oferecer), se de graça ou bem pago.
    Meu trabalho é como um filho, que me representará onde for.
    “Quem fez esta porcaria?”

    Ou

    “Quem foi esse cara que fez este site, onde posso encontrá-lo?”.

    A pergunta dependerá da qualidade do trabalho.

  3. Felipe Tonello says

    Ribamar:

    Com certeza, entra naquela questão de bom senso! tudo tem que ser levado em consideração.
    Foi até algo que comentei recentemente: http://felipetonello.com/blog/2007/09/13/detalhes-compensam/

    Obrigado pelo seu ponto de vista.

  4. Paulo Diovani says

    ehh. meu ponto de vista é um pouco diferente…
    acho que a questão não é exatamente ‘cobrar’ mas sim receber algo em troca.
    se o cara vai ajudar com um projeto open source, por exemplo, ter o nome nos cŕeditos de um software que muita gente vai usar é uma ótima recompensa.
    se vai ajudar um amigo com algo, peça algo em troca que só ele pode fazer pra você.
    trabalhar de graça e fazer um favor não é a mesma coisa.
    ;)

  5. Felipe Tonello says

    Então Paulo,

    Esse post não está relacionado a projetos opensource, ou até mesmo trabalho voluntário. Mas sim quando você vai trabalhar para uma empresa. Vender um projeto, vender seu peixe!

    Att,

  6. MARCIO SANTOS says

    É MUITO PROVAVEL QUE ACREDITAR EM AMIGOS TEM LÁ UM CERTO GRAU DE RISCO.AI ENTRA O VERDADEIRO AMIGO.
    NEM SEMPRE ESTAMOS DISPOSTOS A COBRAR ,COMO NEM SEMPRE ESTAMOS DISPOSTOS A AJUDAR.
    SE OLHARMOS O LADO CRISTÃO DEVEMOS AJUDAR SEM COBRAR,PELO LADO ‘humano’ DEVEMOS MESMO COBRAR.FICA A QUESTÃO.VC DECIDE.

Continuing the Discussion

  1. Não, não podemos fazer de graça desta vez (nem da próxima) - Blog do yogodoshi - Tecnologia, Blogosfera, web 2.0 e Humor é claro! linked to this post on November 2, 2007

    [...] Felipe Tonello levantou um ponto muito interessante ao dizer que trabalharia de graça no máximo para alguma [...]

  2. Blog da Webcomtexto» Arquivo do Blog » Dez pontos de interrogação linked to this post on November 11, 2008

    [...] a frase – Todo mundo tem seu preço? Pois é, eu tenho o meu. O Gustavo tem o dele, o Hiro e o Felipe também. E [...]



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